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A tecnologia e o futuro do trabalho humano: mais criatividade e imaginação

A tecnologia vem se tornando cada vez mais presente em nosso dia a dia e ressaltando sua importância. No trabalho, nas escolas ou em casa, estamos sempre à procura de facilitar nossa rotina com itens tecnológicos – e tudo isso, até então, é considerado como mais conforto e comodidade. Mas já parou para pensar em você e seu trabalho? O quanto uma máquina ou nova tecnologia pode ser muito mais eficiente e produtiva do que você?

Essa é uma realidade muito debatida e, alguns diriam que, muito próxima de nós. A famosa Inteligência Artificial, antes tão distante de nós, vem se aproximando com os veículos autônomos e até mesmo em negociações financeiras.

Essa visão e preocupação atingem as mais diversas áreas do saber e pesquisas tem ressaltado a tendência: um estudo (chamado “A Revolução das Competências”) realizado pelo Manpower Group no início de 2017 revelou que até 45% das atividades feitas por profissionais poderiam ser automatizadas nos próximos dois ou três anos.

Segundo dados do National Institute of Standards, o aprendizado de uma máquina poderá melhorar a capacidade de produção em até 20% e ainda reduzir o desperdício de matérias-primas em 4%.

Este assunto também tem tomado atenção de líderes corporativos na procura de tentar entender como as pessoas serão afetadas com essa tendência de substituição do trabalho humano. Por quê? Um estudo realizado nos Estados Unidos mostrou que para cada um novo robô adicionado a uma fábrica nas últimas décadas significou uma redução de 6,2 trabalhadores empregados em torno da função.

E qual o futuro do trabalho humano?

Alguns acreditam que o trabalho humano será extinto – o que seria uma visão um tanto quanto catastrófica a respeito de nossas qualidades e habilidades. Outros acreditam que a saída é investir em trabalhos que envolvam imaginação e criatividade. A McKinsey, uma empresa de consultoria empresarial, pesquisa os tipos de trabalho que melhor se adaptam à automatização. O que se constatou, até agora, é que quanto mais técnico o trabalho, mais adequado à tecnologia ele será.

E as empresas? Estarão preparadas para essas mudanças? Líderes e donos de corporações precisam, mais do que nunca, estar atentos à essa mudança que, por enquanto, tem sido gradual mas que com certeza afetará [brutalmente] a sociedade como um todo. As estratégias devem ser repensadas e a organização do trabalho, também.

A verdade é que temos que estar preparados para essa ‘tsunami’ de automatização sempre buscando novos aprendizados e conhecimentos – ou seja, sempre ficando pelo menos um passo à frente dessa onda gigante criada por nós mesmos e que pode nos engolir a qualquer momento.